A Juventude Socialista de Braga tem acompanhado, atentamente, o desenvolvimento do debate público, participado e interessado, em torno do futuro das antigas instalações da Fábrica Confiança.

O nosso contributo, atento e construtivo, para este debate marca uma forma responsável de ação política. Entendendo que a mudança vinda por parte dos mais jovens, de forma empenhada e rompendo com velhos hábitos que afastaram, por gerações, os jovens da política, constitui uma necessidade para credibilização do sistema político em Portugal:
Sugerimos a manutenção da Fábrica Confiança enquanto património público, com alternativas concretas que impulsionarão a cidade: a construção de uma residência universitária e a dinamização de um hub cultural.

Infelizmente, muitos são os que assim não o entendem. Os mesmos que aprovaram, no passado, decisões políticas e estratégias (como é exemplo o caso do Estádio Municipal de Braga) vêm hoje tentar esconder o seu envolvimento e a sua responsabilidade. Dizem-no, sem qualquer respeito pela memória coletiva, de forma vil e cruel. E concluem a sua ação – que visa atacar irresponsabilidades do passado – com manifestações pouco credíveis e, no mínimo, pouco amigas do ambiente.

A JS Braga estará, sempre, presente, com memória integral das melhores e piores decisões do passado, com vista a melhorar a vida comum dos que habitam em Braga.

Não contem connosco para um debate rasteiro, que tanto afasta os cidadãos da política partidária, mas sim para soluções onde cada um se possa rever. Não contem connosco para desviar o debate do essencial (o futuro de Braga e, neste caso, das antigas instalações da Confiança), procurando discutir decisões judiciais trazidas do passado para o presente – cuja intenção está longe de ser a construção de um município melhor. Contem com a Juventude Socialista para devolver o debate à sua dignidade, espelhando o que os bracarenses querem ver concretizado: soluções futuras, sustentáveis e amigas do bem público.

Por último, e relembrando a intervenção do Dr. Ricardo Rio em sede de reunião de executivo, onde admitiu a importância da ideia dada pela JS, concluímos: uma residência Universitária privada não resolverá, nunca, os problemas dos alunos que não conseguem arrendar um quarto pelos preços proibitivos impostos pelo mercado. A única resposta, possível e desejável, passa pela criação de uma residência universitária, pública e acessível, ajudando, assim, os mais jovens e as suas famílias.

Por Braga,
Afirmamos Futuro.

BRAGA PERTENCE À SUA POPULAÇÃO. CONTENTE E DESCONTENTE.

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