IV ACADEMIA POLÍTICA

JS BRAGA CONTINUA AS SESSÕES DE FORMAÇÃO POLÍTICA, DESTA VEZ SUBORDINADA AO TEMA DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Dia 7 de Março é o dia de Luto contra a Violência Doméstica. Com o constante crescimento dos índices de Violência Doméstica em Portugal, desperta-se nos jovens uma preocupação crescente sobre este problema social, catalisado com mais de 50 pessoas detidas em Portugal por atos relacionados com a prática deste crime, este ano.

De 2004 a 2016 foram mais de 450 mulheres mortas em Portugal, sendo que nesse número 83% dos crimes “a relação entre a vítima e o homicida era uma relação de intimidade presente ou pretérita”. Verificamos que se mantém a tendência de maior vitimização das mulheres às mãos daqueles com quem ainda mantinham uma relação, fosse ela de casamento, união de facto, namoro ou outro tipo relação de intimidade (277), seguido pelo grupo dos ex-maridos, ex companheiros e ex-namorados (101). Algo que se relaciona com 2018, onde tivemos 25 mulheres assassinadas por maridos, companheiros ou filhos.

O ano de 2019 ainda nem terminou e, no seu primeiro trimestre, já foram registadas quase metade das mortes por violência doméstica – nove – de todo o ano de 2017 ou 2016.

Há muitas respostas para encontrarmos, no meio das seguintes perguntas:
O que gera este problema? O que têm feito as entidades estaduais e governamentais para o resolver? O que necessitamos de fazer de novo?? O nosso sistema penal está apto para atuar nesta situação criminal? As nossas escolas estão a sensibilizar o desenvolvimento correto da personalidade dos nossos jovens? O crescente papel da mulher na sociedade vai conseguir minorar estas situações a partir da sua crescente auto-determinação e independência?

Venha discutir connosco dia 1 de Março às 21h30, na sede do Partido Socialista e ajudar a construir as soluções do amanhã.
Porque juntos #afirmamosfuturo !

 

Semanário V – Referendo Municipal Braga

Semanário V publicou, hoje, um artigo da autoria do líder da JS Braga que aborda o referendo municipal anunciado, no início da semana, pelo presidente da Câmara de Braga.

“Bruno Gonçalves aponta que o referendo colocará nos ombros de cada um dos bracarenses a responsabilidade, inédita, sobre o futuro de um dos principais equipamentos da cidade. Alerta ainda para uma alegada “falta de liderança política em matérias fulcrais como esta seja particularmente preocupante quando se fala de um líder executivo, não é, todavia, o único sinal da falta de norte.
Às gerações do presente, mais novas e mais velhas, “interessa uma cidade de futuro com valor e ambição. E isso apenas se fará construindo, acima de tudo, confiança”, finaliza”.

PORTUGAL É EUROPA

A JS BRAGA esteve, hoje, presente na Convenção nacional do Partido Socialista onde foi apresentado o cabeça de lista do Partido Socialista às eleições europeias de 2019, Pedro Marques.
Seguimos, assim, convictamente europeus por uma Europa onde as causas e os desafios sociais são o nosso compromisso.

Por Braga,
Afirmamos Futuro.

FUTURO DA EUROPA

A JS BRAGA está, hoje, presente na tertúlia “Que Europa no futuro da tua região?” promovida pelo Partido Socialista na cidade de Vila Real.

Com uma afirmação clara em prol de uma União Europeia próspera, competitiva, digna e ecologicamente responsável, a Juventude Socialista permanece ao lado do Partido Socialista na construção de um espaço comum reforçado.

Por Braga,
Afirmamos Futuro.

SOL – FEIRA SEMANAL DE BRAGA

Depois dos sucessivos alertas e preocupações levantadas pela Juventude Socialista de Braga ao longo dos últimos meses, sabemos, desta feita, que os problemas associados ao local onde está instalada a feira semanal continuarão a persistir na nossa cidade.

A falta de vontade da Câmara Municipal de Braga em dialogar com os comerciantes no sentido de se encontrarem alternativas válidas e que acabem com as condições deploráveis presentes no terreno, para além do transtorno ao trânsito numa das principais entradas da cidade que esta solução provoca, revela a incapacidade do executivo em resolver problemas estruturais da cidade. As razões e as desculpas variam, mas, enquanto o tempo se arrasta, a constatação é cada vez mais clara: a única mudança desta localização foi mesmo o ataque ao comércio local.

Continuaremos intransigentes na luta pela mudança, a breve trecho, do local onde se realiza a feira semanal, tal como expusemos há mais de 6 meses. Braga não merece um executivo sem coragem ou responsabilidade.

Por Braga,
Afirmamos Futuro.

 

Rádio Universitária do Minho – JS Braga reforça presença no Secretariado Nacional

“Decorreu, no passado domingo, a primeira comissão nacional do mandato actual da Juventude Socialista. Um dia marcado pela primeira comissão nacional do mandato dos comissários recentemente eleitos em congresso nacional e também pela eleição dos órgãos sociais. A Juventude Socialista de Braga reforçou a presença naquele que é o orgão máximo executivo, o secretariado nacional da JS.”

JS Braga reforça presença no Secretariado Nacional

ELEIÇÃO DOS ÓRGÃOS NACIONAIS DA JUVENTUDE SOCIALISTA

Para a Juventude Socialista de Braga este dia ficou marcado pela primeira comissão nacional, do mandato, dos comissários recentemente eleitos em congresso nacional – com uma representação histórica.
A comissão nacional ficou também marcada pela eleição da direção nacional da Juventude Socialista através do órgão do secretariado nacional.

Neste órgão, a JS Braga viu eleitos o presidente concelhio, Bruno Gonçalves, para secretário nacional e o camarada Diogo Cunha enquanto secretário nacional adjunto. Fica, uma vez mais, patente o valor do trabalho político desenvolvido pela concelhia de Braga, na certeza de que os seus representantes estarão, sempre, à altura das exigências e desafios.

Continuaremos, de forma abnegada, a trabalhar por um concelho mais justo, desenvolvido e progressista.

A todos os eleitos, a todos os jovens socialistas que acreditam na possibilidade de um país melhor, deixamos o nosso profundo reconhecimento.

Por Braga,
Afirmamos Futuro.

#jsbraga #razoesdeesquerda

COMISSÃO NACIONAL DA JUVENTUDE SOCIALISTA

A Juventude Socialista reúne, hoje, o seu órgão deliberativo máximo em Lisboa, no Largo do Rato, para eleição dos seus órgãos sociais e discussão das moções sectoriais apresentadas no congresso.

Refere-se, ainda, a tomada de posição da Juventude Socialista relativamente à legalização das drogas leves para fins recreativos aprovada pela expressa maioria do órgão.

A todos, um excelente mandato de lutas e desafios.

Por Braga,
Afirmamos Futuro.

ELIMINAÇÃO DA PROPINA: UMA QUESTÃO DE PROGRESSO

Para falar do custo de acesso ao Ensino Superior em Portugal é necessário, inquestionavelmente, falar do custo que a propina constitui – revelando-se, não raras vezes, como um critério ou ferramenta de exclusão.
Portugal, segundo dados recentes, é o sexto país do quadro comunitário onde a propina de primeiro ciclo representa maior esforço para as famílias. Esse lugar, mau por si só, é agravado quando se junta à equação o fator da ação social que coloca o país no quarto pior lugar da tabela no que respeita aos encargos totais das famílias e dos estudantes, mais e menos jovens, aquando da frequência no ensino superior.
Estes índices, além de reveladores da dificuldade que o acesso à universidade ou politécnico representa ainda, nos tempos de hoje, para muitos estudantes, indiciam o que a Juventude Socialista vem apontando há alguns anos: um Ensino Superior onde os estudantes não ocupem papel central é um sistema condenado ao fracasso.
As instituições de ensino superior portuguesas e o Estado precisam de ser capazes de projetar um país de futuro mais qualificado e mais preparado para as mudanças, cada vez mais aceleradas, fruto de progressos sociais e laborais. As universidades e politécnicos, em particular, devem ser capazes de formar cidadãos preparados para responder ao futuro de um país competitivo e progressista.
Dessa forma, e sem descuidar o papel importante que a ação social deve ter no auxílio a quem mais precisa – desde a habitação, com preços cada vez mais insuportáveis, aos custos inerentes à prossecução, com sucesso, do percurso académico -, a JS defende: 1) que a propina de 1º ciclo possa ser eliminada, de forma gradual, ao longo da próxima legislatura; 2) que a propina de 2º ciclo seja alvo de limitação de um teto máximo, à semelhança do que já acontece na propina de 1º ciclo (licenciatura ou mestrado integrado).
Eliminar, gradualmente, a propina em Portugal não é, apenas, matéria de igualdade e de justiça: é pensar no futuro do país enquanto território coeso, competitivo e, verdadeiramente, desenvolvido.